sábado, 23 de abril de 2011

ESTUDOS CLIMÁTICOS

FATORES CLIMÁTICOS

          Condições físicas ou geográficas que condicionam o clima interagindo nas condições atmosféricas. Cada região tem seu proprio clima, isto porque os fatores climáticos modificam os elementos do clima. Os fatores climáticos são:

LATITUDE
          Refere-se à distância de um determinado ponto na Terra ao Equador, sendo que quanto mais distante menor a temperatura, devido a menor incidência de luz solar;

ALTITUDE:
          Altura em referência ao nível do mar. Quanto maior a altitude, menor a tempreratura. Isso ocorre devido a uma menor concentração de gases e de umidade, o que leva a uma menor retenção de calor pela absorção dos gases na atmosfera;

MASSA DE AR:
          São grandes blocos de ar que se deslocam pela superfície terrestre. Podem ser polares, tropicais ou equatoriais, apresentando características particulares da região em que se originaram, como temperatura, pressão e umidade. O encontro de duas massas, geralmente uma fria e outra q uente, é denominada de frente. Quando elas se encontram ocorre chuvas e o tempo muda;

CONTINENTALIDADE:
              A extensão dos continentes é um fator climático. A relação entre o volume de terras e a proximidade de grandes quantidades de água exerce influência na temperatura. Isso porque a àgua demora a se aquecer, enquanto os continentes se aquecem rapidamente. Por outro lado, ao contrário dos continentes, a água demora a irradiar a energia absorvida. Por isso, o Hemisféro Norte tem invernos mais rigorosos e verões mais quentes, devido a quantidade de terras emersas ser maior, ou seja, sofre influência da continentalidade. Áreas costeiras tendem a ser mais frias que as áreas continentais;  

CORRENTERS MARÍTIMAS
          São as massasde água que circulam pelo oceano. Tem suas próprias condições de temperatura e pressão e exercem grande influência no clima. 

RELEVO:
          A topografia pode facilitar ou dificultar a circulação das massas de ar, influenciando na temperatura. No Brasil, por exemplo, as serras no Centro-Sul dos país formam uma "passagem" que facilita a circulação da massa polar atlântica e dificulta a massa tropical atlântica;

VEGETAÇÃO:
         Impede a incidência direta dos raios solares na superfície, amenizando o aquecimento.

sábado, 16 de abril de 2011

ESTUDOS CLIMÁTICOS

MACROCLIMA
          Macroclima, também chamado de clima regional, é o clima médio que ocorre em determinado território, com dimensões relativamente vastas. Sua caracterização é definida por meio de dados obtidos por postos meteorológicos que, em zonas com relevo acentuado, são apenas relativos, dentro do âmbito agricola, especialmente. De forma inversa, grandes áreas de planície podem ser abrangidas pelo mesmo macroclima. O estudo do macroclima é comum no âmbito da viticultura.
          Clima geral: compreende as grandes regiões e zonas climáticas da terra e é o resultado da situação geográfica e orográfica. O macroclima se diferencia em mesoclima quando aparecem modificações locais em algumas de suas características.


MESOCLIMA

          O macroclima sofre localmente modificações em vários de seus elementos, o que determina um mesoclima (clima local). O clima de uma floresta, de um vertente são mesoclimas         
          Componentes em que se diferencia o macroclima quando aparecem modificações locais em algumas de suas características. O clima geral modificado de forma local pelos diversos aspectos da paisagem, como o relevo, a altura das cidades etc.

MICROCLIMA
         O microclima é área relativamente pequena cujas condições atmosféricas diferem da zona exterior. Os microclimas geralmente formam-se quando há barreiras geomorfológicas, ou elementos como corpos de água ou vegetação. Há ainda casos de microclimas urbanos, onde as construções e emissões de poluentes atmosféricos dão origem ao aumento da temperatura, tal como da composição natural do ar, provocando diferenças de temperatura, composição da atmosfera, umidade e preciptação, entre outros componentes do clima.
          Aspectos do clima do espaço aéreo que se estende da superfície da Terra até uma altura onde os efeitos característicos da superfície não mais se distinguem do clima local ou geral (meso ou macroclima). O microclima pode ser dividido em tantas classes quanto são os tipos de superfícies, mas, de um modo geral, são considerados os microclimas urbanos e os microclimas de vegetação. A rigor, envolve aspectos do clima que, fora do contexto puramente ecológico, pertence a uma área de menores proporções, como uma rua, uma praia, uma casa ou uma planta.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

ESTUDOS CLIMÁTICOS

  • CLIMA
          O clima compreende um padrão dos diversos elementos atmosféricos que ocorrem na atmosfera da Terra. Fenômenos como frente frias, tempestades, furacões e outros estão associados tanto às variações meteorológicas preditas pelas leis físicas deterministicas, assim como a um conjunto de variações aleatórias dos elementos meteorológicos ( temperatura, precipitação, vento, umidade, pressão do ar) cuja principal ferramenta de investigação é a estatística. As semalhanças em várias regiões da Terra de tipos específicos caracterizam os diversos tipos de clima, para o que são consideradas as variações médias dos elementos meteorológicos ao longo das estações do ano num períodos de não menos de 30 anos.

  • TEMPO X CLIMA
          Na meteorologia existe uma diferença entre o tempo e o clima. O tempo é o estado físico das condições atmosferica em um determinado momento e local. Isto é, a influência do estado físico da atmosfera sobre a vida e as atividades do homem. O clima é o estudo médio do tempo para o determinado período ou mês em uma certa localidade. Também, se refere às caracateristicas da atmosfera inseridas das observações contínuas durante um certo período. O clima abrange maior número de dados e eventos possíveis das condições de tempo para uma determinada localidade ou região. Inclui considerações sobre os desvios em relação às médias, variabilidades climáticas, condições extremas e frequências de eventos que ocorrem em determinada condiçõa do tempo.

  • METEOROLOGIA X CLIMATOLOGIA
          A Meteorologia é a ciência que estuda as condições e o comportamento física da atmosfera. Enquanto que a CLimatologia é a sub-área da meteorologia que estuda o comportamento médio da atmosfera para um determinado período, através de métodos estatísticos. Quando às observações atmosféricas contínuas inseridas durante um período de longo tempos de 30 anos, para uma localidade, é conhecido como a normal climatológica. O meteorologista previsor do tempo aplica as leis da física clássica, a sinótica, a dinâmica e as técnicas matemáticas que rege o domínio do movimento da atmosfera, para o estudo das condições de tempo. O climatologista utiliza as técinicas estatisticas para inserir e concluir informações sobre o estudo de clima. Portanto, a Climatologia dependente da Meteorologia.

terça-feira, 5 de abril de 2011

ESTUDOS CARTOGRÁFICOS

PLANIMETRIA
  • UNIDADES POLÍTICO-ADMINISTRATIVA         
Nas escalas pequenas, quando se faz mister a representação de áreas políticas, administrativas, ou outras, a fim de salientá-las, como no caso de mapas escolares, atlas, etc., sobretudo quando se precisa representar países, estados, municípios, e quaisquer outras áreas geográficas, a forma universalmente usada para aquele realce é imprimí-las sob diversas cores.
          Um mapa da Europa, por exemplo, no sentido de se poder visualizar, de um modo rápido e prático, os seus diversos países, deve representá-los, pois, em cores diferentes. Nos nosso mapas estaduais, divididos em municípios, costumamos, igualmente, representar essas áreas administrativas em três ou quatro cores, o que muito auxilia a identificação, a forma e a extensão de cada uma delas.
          Outra maneira, conforme o caso, pode-se realçar as áreas empregando estreitas tarjas, igualmente em cores, a partir da linha limítrofe de cada área (hachuras). Este método é usado com muito sucesso pela National Gepgraphic Society, em seus mapas de continentes, países, etc.
          Mas o outro tipo de representação é mais popular, e bastante antigo.
          A escolha das cores, para qualquer um dos dois tipos acima expostos, é puramente aleatória, o que não tem impedido o aparecimento de algumas dúvidas ou incompreensões.



ESTUDOS CARTOGRÁFICOS

PLANIMETRIA
  •  VEGETAÇÃO
          Como não poderia deixar de ser, a cor verde é universalmente usada para representar a cobertura vegetal do solo. Estão previstas, na folha em 1:50.000, apenas quatro variedades: mata, floresta – verde claro chapado; espécies arbustivas (cerrado, caatinga, etc.) – a mesma tonalidade do mapa com retícula apropriada, meio figurativa; as culturas permanentes (café, eucalipto, cacau, etc.) - simbologia apropriada, em verde; as culturas temporárias (trigo, soja, etc.) - outro tipo de simbologia diferente da anterior, mas todas com o toque figurativo. Nestes dois último casos, como cada uma das duas culturas tema mesma simbologia, cada cultura local recebe ainda um nome, conforme a espécie agrícola (café, cana, algodão, soja, uva, etc.).

ESTUDOS CARTOGRÁFICOS

PLANIMETRIA
    
          A representação planimétrica pode ser dividida em duas partes, de acordo com os elementos que cobrem a superfície do solo, ou sejam, físicos ou naturais ou artificiais.
          Os primeiros correspondem principalmente à hidrografia e vegetação, os segundos decorrem da ocupação humana, sistema viário, construções, limites políticos ou administrativos etc. 
        
  •  HIDROGRAFIA
          A representação dos elementos hidrográficos é feita, sempre que possível, associando-se  esses elementos a símbolos que caracterizem a água, tendo sido o azul a cor escolhida para representar a hidrografia, alagados (mangues, brejos e área sujeita a inundação), etc
mapas apoena

        

ESTUDOS CARTOGRÁFICOS

ELEMENTOS DE REPRESENTAÇÃO         

          Sendo uma carta ou mapa a representação, numa simples folha de papel, da superfície terrestre, em dimensões reduzidas, é preciso associar os elementos represetáveis à simbolos e convenções.
          As convenções cartográficas abrangem símbolos que, atendendo às exigências técnicas, do desenho e da reprodução fotográfica, representam, de modo mais expressivo, os diversos acidentes do terreno e objetos topográficos em geral. Elas permitem ressaltar esses acidentes do terreno, de maneira proporcional à sua importância, principalente sob o ponto de vista das aplicações da carta.
          Outro apecto impotante é que, se o símbolo é indispensável, dessa forma, o símbolo é determinado em qualquer tipo de representação cartográfica, a sua variedade ou a sua quantidade acha-se, sempre, em função da escala do mapa.
          É necessário observar, com o máximo rigor, as dimensões e a forma característica de cada símbolo, a fim de se manter, sobretudo, a homogeneidade que deve predominar em todos os trabalhos da mesma categoria.
          Quando a escala de carta permitir, os acidentes topográficos são representados de acordo com a grandeza real e as particuliaridades de sua naturezas. O símbolo é , ordinariamente, a representação mínima desses acidentes.
           A não ser o caso das plantas em escala muito grande, em que suas dimensões reais são reduzidas à escala ( diminuindo e tornando mais simples a simbologia), à proporção que a escala diminui aumenta a quantidade de símbolos.
           Então, se uam carta ou mapa é a representação dos aspectos naturais e artificiais da superfície da Terra, toda essa representação só pode ser convencional, isto é, através de pontos, círculos, traços, poligonos, cores, etc.
           Deve-se considerar também um outro fator, de caráter associativo, ou seja, relacionar os elementos a símbolos que surgiram a aparência do assunto como este é visto pelo observador, no terreno.
           A posição de uma legendea é escolhida de modo a não causar dúvidas quanto ao objeto a que se refere. Tratando-se de localidades, regiões, construções, obras públicas e objetos congêneres, bem com acidentes orográficos isolados, o nome deve ser lançado, sem cobrir outros detalhes importantes. As inscrições marginais são lançadas paralelamente à borda sul da moldura da folha, exceto as saídas de estradas laterais.
           A carta ou mapa tem por objetivo a representação de duas dimensões, a primeira referente ao plano e a segunda à altitude. Desta forma, os símbolos e as cores convencionais são de duas ordens: planimétricos e altimétricos.