quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Questão de Prova - Áreas Contaminadas

Cetesb (Fundação Vunesp)
Analista Ambiental (Engenheiro Ambiental)

46 - A avaliação e a recuperação de áreas contaminadas empregam técnicas de alto custo, algumas aplicáveis in-situ e outras ex situ (último pode ser on-site ou off-site) Dentro delas:

  1. barreira reativa;
  2. extração com vapor
  3. incineração;
  4. barreiras horizontais;
  5. dessorção térmica;
As técnicas aplicáveis in-situ são
(A) I, II, III, IV e V
(B) II, III e IV apenas.
(C) I, III e V apenas.
(D) I, II e IV apenas.
(E) III, IV e V apenas.

RESPOSTA
TÉCNICAS DE REMEDIAÇÃO
  • Encapsulamento Geotécnico ( Imobilização in-situ)
Consiste no confinamento de um local contaminado  usando barreiras de baixa permeabilidade, que pode ser:
  • Coberturas
  • Barreiras Verticais;
  • Barreiras Horizontais.
  • Barreira Reativa;
  • Extração com vapor.
Sabemos que Barreiras Horizontais é um tipo de técnica, o que nos leva a eliminar a resposta (C).
Vamos ver quais são os tipo de técnicas ex-situ.
  • Dessorção Térmica;
  • Incineração;
  • Lavagem do Solo;
  • Solidificação;
  • Inertização;
  • Biorremediação.
Por eliminação a única resposta que sobra é a (D)

segunda-feira, 23 de maio de 2011

ESTUDOS CLIMÁTICOS

MECANISMO DE GERAÇÃO DOS VENTOS

          A energia éolica pode ser considerada como uma das formas em que se manifesta a energia proveniente do Sol, isto porque os ventos são causados pelo aquecimento diferenciado da atmosfera. Essa não uniformidade no aquecimento da atmosfera deve ser creditada, entre outros fatores, à orientação dos raios solares e aos movimentos da Terra.
          As regiões tropicais, que recebem os raios solares quase que perpendicularmente, são mais aquecidas do que as regiões polares. Consequantemente, o ar quente que se encontra nas baixas altitudes das regiões tropicais tende a subir, sendo substituido por uma massa de ar mais frio que se desloca das regiões polares. O deslocamento de massas de ar determina a formação dos ventos.
          Existem locais no globo terrestre nos quais os ventos jamais cessam de "soprar", pois os mecanismos que os produzem (aquecimento no equador e resfriamento nos pólos) estão sempre presentes na natureza. São chamados de ventos planetários ou constantes, e podem ser classificados:

  • Alísios: ventos que sopram dos trópicos para o equador, em baixa altitude;
  • Contra-Alísios: ventos que sopram do equador para os pólos, em altas altitudes;
  • Ventos do Oeste: ventos que sopram dos trópicos para os pólos;
  • Polares: ventos frios que sopram dos pólos para as zonas temperadas.
          Tendo em vista que o eixo da Terra está de 23,5º em relação ao plano de sua órbita em torno do Sol, variações sazonais na distribuição de radiação recebida na superfície da Terra resultam em variações sazonais na intensidade e duração dos ventos, em qualquer local da superfície terrestre. Como resultado surgem os ventos continentais ou periódicos e compreendem as monções e as brisas.
          As monções são ventos periódicos que mudam de direção a cada seis meses aproximadamente. Em geral, as monções sopram em determinada direção em uma estação do ano e em sentido contrário em outra estação.
          Em funçaõ das diferentes capacidades de refletir, absorver e emtir o calor recebido do Sol, inerentes à cada tipo de superfície (tais como mares e continentes), surgem as brisas que caracterizam-se por serem ventos periódicos que sopram do mar para o continente e vice-versa. No período diurno devido à maior capacidade da Terra refletir os raios solares, a temperatura do ar aumenta e, como consequencia forma-se uma corrente de ar que sopra do mar para a terra (brisa marítima). À noite, a temperatrua da terra cai mais rapidamente do que a temperatura da água e, assim ocorre a brisa terrestre que sopra da terra para o mar. Normalmente, a intensidade da brisa terrestre é menor do que a da brisa marítima devido à menor diferença de temperatura que ocorre no período noturno.
          Sobreposto ao sistema de geração dos ventos descrito acima, encontra-se os ventos locais que são originados por outros mecanismos mais específicos. São ventos que sopram em determinadas regiões e são resultantes das condições locais, que os tornam bastate individualizados. A mais conhecida manifestação local dos ventos é observada nos vales e montanhas. Durante o dia, o ar quente nas encostas da montanha se eleva e o ar mais frio desce sobre o vale para substituir o ar que subiu. No período noturno, a direção em que sopram os ventos é novamente revertida, e o ar frio das montanhas desce e se acumula nos vales.

FATORES QUE INFLUENCIAM O REGIME DOS VENTOS

          O comportamento estatico do vento ao longo do dia é um fator que é influenciado pela variação de velocidade do vento ao longo do tempo. As características topográficas de uma região também influenciam o comportamento dos ventos uma vez que, em uma determinada área, podem ocorrer diferenças de velociade, ocasionando a redução ou aceleração na velociade do vento. Além das variações topográficas e de rugosidade do solo, a velocidade também varia seu comportamento com a altura.
          Tendo em vista que a velocidade do vento pode variar significamente em curtas distâncias (algumas centenas de metros), os procedimentos para avaliar o local, no qual se deseja instalar turbinas eólicas, devem levar em consideração todos os parâmetros regionais que influenciam nas condições do vento. Entre os principais fatores de influência no regime dos ventos destacam-se:
- A variação da velocidade com a altura;
- a rugosidade do terreno, que é caracterizada pela vegetação, utilização da terra e construções;





sexta-feira, 13 de maio de 2011

ESTUDOS CLIMÁTICOS

           RADIAÇÃO SOLAR

          A Radiação Solar é a maior fonte de energia para a Terra, principal elemento meteorológico e um determinante do tempo e do clima. Além disso, afeta diversos processos: físicos (aquecimento/ evaporação), bio-físicos (transpiração) e biológicos (fotossíntese).          
          Radiação Solar é a designação dada à energia radiante emitida pelo Sol, em particular aquela que é transmitida sob a forma de radiação eletromagnética. Cerca de metade desta energia é emitida como luz visível na parte de frequência mais alta do espectro eletromagnético e o restante na do infra vermelho próximo e como radiação ultravioleta.
          O aprioveitamento da energia gerada pelo Sol, inesgotável na escala terrestre de tempo, tanto como fonte de calor quanto de luz, é hoje, sem sobra de dúvidas, uma das alternativas energéticas mais promissoras para enfrentarmos os desafios do novo milênio. E quando se fala em energia, deve-se lembrar que o Sol é responsável pela origem de praticamente todas as outras fontes de energia. Em outras palavras, as fontes de energia são, em última instância, derivadas da energia do Sol. 
          O Sol fornece anualmente, para a atmosfera terrestre, 1,5 x 1018 kWh de energia . Trata-se de um valor considerável, correspondendo a 10000 vezes o consumo mundial de energia neste período. Este fato vem indicar que, além de ser responsável pela manutenção da vida na Terra, a radiação solar constitui-se numa inesgotável fonte energética, havendo um enorme potencial de utilização por meio de sistemas de captação e conversão em outra forma de energia (térmica, elétrica, etc.).

RADIAÇÃO SOLAR INCIDENTE NA TERRA
Em média, da radiação solar incidente (sobre o sistema Terra/atmosfera):
  
- 19 % é perdida por absorção pelas moléculas de oxigénio e ozónio da radiação ultravioleta (de alta energia) na estratosfera (onde a temperatura cresce com a altitude);

- 6% é perdida por difusão da luz solar de menor comprimento de onda - azuis e violetas - (o que faz com que o céu seja azul);

- 24% é perdida por reflexão - 20% nas nuvens e 4% na superfície. (O albedo do planeta é de 30% (6% difusão+24% reflexão).

- 51% é absorvida pela superfície. (Note que os valores apresentados são valores médios. Por exemplo, nos pólos a reflexão da radiação solar incidente é geralmente maior do que 24% e nos oceanos menor do que 24%.)
      

       

segunda-feira, 9 de maio de 2011

ESTUDOS CLIMÁTICOS

ELEMENTOS CLIMÁTICOS

PRESSÃO ATMOSFÉRICA

          Pressão Atmosférica é a pressão exercida pela atmosfera num determinado ponto. É a força por unidade de área exercida pelo ar contra uma superfície. Se a força exercida pelo ar aumenta em um determinado ponto, consequentemente a pressão também aumentará. A pressão atmosférica é medida por meio de um equipamento conhecido como barômetro.


Barômetro

          A diferença de pressão tem uma origem térmica, sendo ela diretamente relacionadas com a radiação solar e os processos de aquecimento das massas de ar. Formam-se a partir de influências naturais, como: continentalidade, maritimidade, latitude, altitude, entre outros. As unidades utilizadas são: polegadas ou milímetro de mercúrio (mmHg), quilopascal (KPa), atmosfera (atm), milibar (mbar) e hectopascal (hPa), sendo as três últimas, as mais utilizadas no meio científico.
          Quanto maior a altitude, menor a pressão. Quanto menor a latitude, menor a pressão. Nas regiões mais quentes, região equatorial, o ar se dilata ficando leve, por isso tem uma baixa de pressão. Próximo aos pólos, o frio contrai o ar, deixando-o mais denso, tendo uma maior pressão. No entanto, em regiões mais elevadas, de menor temperatura, também há menor concentração de moléculas de ar (ar mais rarefeito) e, neste caso, menor será a pressão.

MEDIÇÃO DA PRESSÃO ATMOSFÉRICA

          Em 1643, o matemático e físico italiano Evangelista Torricelli conseguiu determinar a medida da pressão atmosférica ao nível do mar. Primeiramente ele encheu um tubo de aproximadamente um metro de comprimento com mercúrio, e logo em seguida mergulhou o tubo em um recipiente também com mercúrio, logo após ele notou que o mercúrio descia um pouco, se estabilizando aproximadamente a 76 cm acima da superfície.
          Torricelli tomou um tubo longo de vidro, fechado em uma das pontas, e encheu-o até a borda com mercúrio. Depois tampou a ponta aberta e, invertendo o tubo, mergulhou essa ponta em uma bacia com mercúrio. Soltando a ponta aberta notou que a coluna de mercúrio descia até um certo nível mas estacionava quando alcançava uma altura de cerca de 76 centímetros
          Torricelli logo percebeu que acima do mercúrio havia o execrável vácuo. E por que o mercúrio parou de descer quando a altura da coluna era de 76 cm? Porque seu peso foi equilibrado pela força que a pressão do ar exerce sobre a superfície do mercúrio na bacia.


         Torricelli já tinha notado que a pressão atmosférica varia. Medindo a altura da coluna de mercúrio em seu barômetro, ele descobriu que a pressão dá indicações sobre o clima. Quando a pressão baixa bastante é sinal que vai chover, por exemplo.
         
          Além disso, a pressão atmosférica também varia com a altitude do lugar. O gráfico abaixo dá o valor (médio) da pressào em várias altitudes. Em Fortaleza, ao nível do mar, a pressão é 1 atmosfera, isto é, 1 kgf/cm2 ou 760 mmHg. Em São Paulo, a 820 metros de altitude, ela cai um pouco. Em La Paz, capital da Bolívia, a 3600 metros de altitude, ela já cai para 2/3 de uma atmosfera. Aí o ar fica rarefeito, a quantidade de oxigênio é menor que aqui por baixo. Não admira que nossa seleção de futebol tenha tanta ojeriza a jogar em La Paz.

          No Everest, ponto mais alto do planeta, a mais de 8000 metros, a pressão é menor que 1/3 de uma atmosfera. Nessa altitude, só com máscara de oxigênio. Os animais que vivem nas altas montanhas têm coração e pulmão maiores que o normal dos outros bichos. A vicunha, por exemplo, que vive nos Andes, tem 3 vezes mais glóbulos vermelhos por milímetro cúbico de sangue que um homem do litoral.
          Outra coisa interessante da pressão atmosférica é seu efeito sobre a temperatura de transição da água. A temperatura de ebulição da água (isto é, a temperatura em que ela passa do estado líquido para vapor) é 100 graus centígrados ao nível do mar mas fica menor em maiores altitudes onde a pressão atmosférica é menor. Em La Paz, a água ferve a 90 graus.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

ESTUDOS CLIMÁTICOS

ELEMENTOS CLIMÁTICOS

          São grandezas meteorológicas que variam no tempo e no espaço e comunicam, ao meio atmosférico. Suas características e propriedades peculiares são temperatura, umidade, chuva, vento, nebulosidade, pressão atmosférica, radiação solar etc.

     UMIDADE

          Corresponde à quantidade de vapor de água que encontramos na atmosfera. Pode ser expressa em valores absolutos ou relativos:
           Em diferentes latitudes, pode-se experimentar uma sensação de mais ou menos frio a uma mesma temperatura. Essa variação é provocada pela umidade do ar, em função da qual as moléculas de vapor d´água, mais leves que as de oxigênio e nitrogênio que compõem a maior parte do ar atmosferico, passam através da roupa e absorvem o calor corportal de maneira proprocional a sua concentração.
          Umidade é o conteúdo de vapor d´água que impregna os corpos e que, em concentração variável segundo o lugar, a proximidade do mar, a estação do ano e as condições meteorológicas gerais, se encontra presente na troposfera. Características mais variaveis da atmosfera, a umidade é um dos principais elementos de influência sobre o clima, pois regula a temperatura do ar e determina a formação de tempestades e precipitações em geral.

     UMIDADE RELATIVA

          É o cociente de vapor de água realmente presente no ar e a máxima massa possível de vapor de água no ar. A umidade relativa se expressa geralmente como percentagem. Já que a umidade máxima é dependente da temperatura, a umidade relativa muda com a temperatura, mesmo quando a umidade absoluta permanece constante.
          A umidade relativa do ar, medida em percentagem, corresponde à relação entre a massa de vapor d"água contida num metro cúbico de ar e a massa que existiria se o ar estivesse saturado à mesma temperatura. Quando o ar tem mais de setenta por cento de umidade, diz-se que é úmido. Se a umidade ultrapassa 85%, é excessiva e incômoda. Abaixo de cinqüenta por cento de umidade, sente-se a secura do ar, e quando os valores são inferiores a trinta por cento, essa sensação se torna difícil de suportar.
          A umidade relativa, de maior importância na climatologia do que a umidade absoluta, aumenta com a redução da temperatura. Em idênticas condições geográficas, a umidade relativa é maior no inverno do que no verão, à noite do que durante o dia, e nas regiões frias do que nas quentes. Os ventos procedentes do mar, especialmente no inverno, ao chegarem ao continente, mais frio que o oceano, causam grande aumento da umidade relativa. Os ventos continentais, pelo contrário, provocam uma redução da umidade relativa.
          Inversamente, a umidade relativa torna-se maior nas regiões frias e no inverno. Em altitude, a variação da umidade absoluta segue a da temperatura, enquanto a umidade relativa depende também da pressão, atingindo o máximo nas manhãs de inverno e o mínimo nas tardes de verão.
    
     UMIDADE ABSOLUTA
     
          É o volume de vapor realmente presente em uma quantidade específica de ar. A umidade absoluta é o cociente do peso de água contida no ar e o volume deste ar úmido.
          A umidade atmosférica absoluta corresponde ao peso em gramas do vapor d"água em relação a determinado volume de ar. Esse valor pode ser determinado mediante o uso de uma substância hidrófila, isto é, que absorva bem o vapor d"água. Para isso empregam-se materiais como a pedra-pomes ou o cloreto de cálcio, colocados num tubo através do qual se faz passar uma quantidade determinada de ar. O aumento então registrado no peso da substância em questão corresponde ao vapor d"água contido nesse volume de ar.
          Influem na variação da umidade absoluta do ar fatores como a temperatura, a latitude e a distância do mar ao ponto considerado. A umidade absoluta depende também da direção dos ventos e é elevada nos locais em que predominam os ventos oceânicos.
          A quantidade de vapor de água que pode estar contida no ar é diretamente proporcional ao aumento da temperatura. À temperatura de 0°C, o ar não pode conter mais que cinco gramas por centímetro cúbico, enquanto a 20° C esse volume pode atingir 17g/cm3, e a 41°C, 51g/cm3. Quando chega à atmosfera uma quantidade maior de vapor, este se condensa, isto é, se separa em forma líquida e, no momento em que a atmosfera não admite mais vapor de água, diz-se que está saturada. A evaporação é maior quando o ar se encontra ainda longe do ponto de saturação. Outra variável de interesse relacionada com a umidade absoluta é o chamado ponto de orvalho, definido como a temperatura na qual o ar úmido se torna saturado quando é resfriado sem acréscimo de umidade e a pressão constante.
          Sobre a distribuição geográfica da umidade, pode-se dizer, de modo geral, que a umidade absoluta acompanha a evolução da temperatura:
1 - decresce do equador em direção aos pólos;
2 - atinge o máximo no verão e o mínimo no inverno;
3 -  é mais elevada durante o dia do que à noite;
4 - é maior sobre os oceanos e mares do que sobre os continentes; e
5 - eleva-se sobre as florestas e torna-se mínima sobre os desertos.
         

        



         


 

sábado, 23 de abril de 2011

ESTUDOS CLIMÁTICOS

FATORES CLIMÁTICOS

          Condições físicas ou geográficas que condicionam o clima interagindo nas condições atmosféricas. Cada região tem seu proprio clima, isto porque os fatores climáticos modificam os elementos do clima. Os fatores climáticos são:

LATITUDE
          Refere-se à distância de um determinado ponto na Terra ao Equador, sendo que quanto mais distante menor a temperatura, devido a menor incidência de luz solar;

ALTITUDE:
          Altura em referência ao nível do mar. Quanto maior a altitude, menor a tempreratura. Isso ocorre devido a uma menor concentração de gases e de umidade, o que leva a uma menor retenção de calor pela absorção dos gases na atmosfera;

MASSA DE AR:
          São grandes blocos de ar que se deslocam pela superfície terrestre. Podem ser polares, tropicais ou equatoriais, apresentando características particulares da região em que se originaram, como temperatura, pressão e umidade. O encontro de duas massas, geralmente uma fria e outra q uente, é denominada de frente. Quando elas se encontram ocorre chuvas e o tempo muda;

CONTINENTALIDADE:
              A extensão dos continentes é um fator climático. A relação entre o volume de terras e a proximidade de grandes quantidades de água exerce influência na temperatura. Isso porque a àgua demora a se aquecer, enquanto os continentes se aquecem rapidamente. Por outro lado, ao contrário dos continentes, a água demora a irradiar a energia absorvida. Por isso, o Hemisféro Norte tem invernos mais rigorosos e verões mais quentes, devido a quantidade de terras emersas ser maior, ou seja, sofre influência da continentalidade. Áreas costeiras tendem a ser mais frias que as áreas continentais;  

CORRENTERS MARÍTIMAS
          São as massasde água que circulam pelo oceano. Tem suas próprias condições de temperatura e pressão e exercem grande influência no clima. 

RELEVO:
          A topografia pode facilitar ou dificultar a circulação das massas de ar, influenciando na temperatura. No Brasil, por exemplo, as serras no Centro-Sul dos país formam uma "passagem" que facilita a circulação da massa polar atlântica e dificulta a massa tropical atlântica;

VEGETAÇÃO:
         Impede a incidência direta dos raios solares na superfície, amenizando o aquecimento.

sábado, 16 de abril de 2011

ESTUDOS CLIMÁTICOS

MACROCLIMA
          Macroclima, também chamado de clima regional, é o clima médio que ocorre em determinado território, com dimensões relativamente vastas. Sua caracterização é definida por meio de dados obtidos por postos meteorológicos que, em zonas com relevo acentuado, são apenas relativos, dentro do âmbito agricola, especialmente. De forma inversa, grandes áreas de planície podem ser abrangidas pelo mesmo macroclima. O estudo do macroclima é comum no âmbito da viticultura.
          Clima geral: compreende as grandes regiões e zonas climáticas da terra e é o resultado da situação geográfica e orográfica. O macroclima se diferencia em mesoclima quando aparecem modificações locais em algumas de suas características.


MESOCLIMA

          O macroclima sofre localmente modificações em vários de seus elementos, o que determina um mesoclima (clima local). O clima de uma floresta, de um vertente são mesoclimas         
          Componentes em que se diferencia o macroclima quando aparecem modificações locais em algumas de suas características. O clima geral modificado de forma local pelos diversos aspectos da paisagem, como o relevo, a altura das cidades etc.

MICROCLIMA
         O microclima é área relativamente pequena cujas condições atmosféricas diferem da zona exterior. Os microclimas geralmente formam-se quando há barreiras geomorfológicas, ou elementos como corpos de água ou vegetação. Há ainda casos de microclimas urbanos, onde as construções e emissões de poluentes atmosféricos dão origem ao aumento da temperatura, tal como da composição natural do ar, provocando diferenças de temperatura, composição da atmosfera, umidade e preciptação, entre outros componentes do clima.
          Aspectos do clima do espaço aéreo que se estende da superfície da Terra até uma altura onde os efeitos característicos da superfície não mais se distinguem do clima local ou geral (meso ou macroclima). O microclima pode ser dividido em tantas classes quanto são os tipos de superfícies, mas, de um modo geral, são considerados os microclimas urbanos e os microclimas de vegetação. A rigor, envolve aspectos do clima que, fora do contexto puramente ecológico, pertence a uma área de menores proporções, como uma rua, uma praia, uma casa ou uma planta.